segunda-feira, 15 de junho de 2015

Lançamento da obra SUBVERSÃO

É com muita alegria que convido a todos para o lançamento da obra teatral SUBVERSÃO, meu primeiro livro.

"Subversão" é um drama psicológico que se passa num tempo e espaço que mistura sonho e realidade, confundidos e fundidos através de cenas intercaladas sem ordem lógica. Um Palhaço vê-se no abismo da subversão social e moral, fazendo-o, além de palhaço de circo, um palhaço do mundo. São tratados temas como as diferenças e injustiças sociais ocasionadas por uma inversão ou subversão de valores, na qual o valor do capital e do poder fica acima do valor humano; e do limite psicológico a que se submete uma pessoa, vítima desse sistema social injusto, em que qualquer um pode “ser feito de palhaço”, manipulado e possuído até sua completa subversão.

A peça foi escrita a partir de uma pesquisa que teve como principais referências a estética e obras de dramaturgos do Teatro do Absurdo, e da obra teatral e social do dramaturgo e sociólogo Timochenco Wehbi.

DATA E HORÁRIO: Sábado, 27/06/2015, às 17:00h

LOCAL:
Espaço Parlapatões 
Praça Roosevelt, 158
Centro - São Paulo/SP

Informações: (11) 3258-4449

* Dramaturgia Brasileira.
* Publicação da Giostri Editora.

www.giostrieditora.com.br

www.espacoparlapatoes.com.br



sexta-feira, 3 de abril de 2015

Projeto Sem Sentimentos nas Escolas

O Projeto Sem Sentimentos nas Escolas, PRONAC n. 150565, está aprovado para captação de recursos e execução pelo artigo 26 da Lei Rouanet (8.313/91) na portaria 0191/2015 do Diário Oficial da União de 02/04/2015:



Ele prevê um concurso de desenhos e um de declamação de poesias com alunos de escolas públicas vinculadas às Diretorias de Ensino de Presidente Prudente e Mirante do Paranapanema, totalizando 19 cidades e 74 escolas atendidas; Publicação do livro de poesias “Sem Sentimentos” em formato tradicional e E-book, com 100 (cem) poesias do proponente/poeta e 10 (dez) desenhos selecionados no concurso; Publicação de Livro falado (MP3) com 40 (quarenta) poesias declamadas pelos alunos; Publicação de uma versão em Braile/Fontes ampliadas com as 40 poesias selecionadas; Evento nas escolas dos alunos selecionados, para premiações, doações, e exibição de trechos do Livro falado (MP3); Registro audiovisual das atividades para Documentário; Atividades através de Site na Internet. Evento final de exposição pública do projeto.

Página do Projeto



quinta-feira, 1 de maio de 2014

Café com Leite

(23 de Abril de 2012)

Branco branquinho igual leite
Conheceu o negro negrinho café
E juntos juntinhos brincavam
Pulavam corriam sentados de pé
O povo que estranhava falando
Usaram a cor pra dar um migué
Pro branquinho ir pra casa de branco
E pro negrinho ir tratar do chulé
"É meu o chulé" gritou o branquinho
E raivou o negrinho "meu que não é"
Negrinho e branquinho juntinhos
Ensinam até  quem não qué
Que no melhor café com leite
Tanto vale o leite como o café

***

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Num Verso

(23 de Abril de 2012)

Nosso mundo é tão diverso
Em todas as suas nações
Com pessoas aos bilhões
Fazendo parte de um universo
De tantas crenças e religiões
Dos porcos aos gaviões
Fazem assim ou o inverso
Sozinhos ou em multidões
Cantam de rap a Camões
Mas o que importa é ser imerso
Nesse mar sem ilusões
Sem preconceitos ou distinções
Pra caber todo mundo num verso

***

terça-feira, 15 de abril de 2014

Diversidade

(23 de Abril de 2012)

Diversidade de gente, de cores
Diversidade de jeitos, de amores
Diversidade de Deuses, de crenças
Diversidades pequenas e imensas
Não é o que difere que fere
O que fere é quem interfere
Julga e condena as diferenças
Que é pior que todas doenças
Mas podemos e devemos
Usar todo remédio que temos
E vacinar a sociedade
Com uma dose de diversidade

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domingo, 18 de agosto de 2013

Gente Diferente

(23 de Abril de 2012)

Vem de gente diferente
Uma outra forma de pensar
Um deleite de presente
Dá a nossa vida outro olhar

À uma vida simplesmente
Vem outra vida a somar
Com riquezas moralmente
Aprendidas ao amar

O amor que está nessa gente
Só começa sem nunca acabar
Num sem fim alegremente

Onde todos podem entrar
Pois sendo gente diferente
Toda gente pode amar

\o/

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Sabor do Inverno

(22 de Março de 2011)

Se te comparo ao açúcar cristal
É de certo mais leve e gelada
Não adoça, mas é natural
Não alimenta, mas é adorada

Não tem cheiro e nem gosto
E sendo tão fria e branquinha
Chega a avermelhar o rosto
Derretendo-se ao ficar quentinha

Quando ela vem usa-se luvas, touca
Blusas e tudo mais que se deve
Se a pessoa não for bêbada ou louca

Tentando ser são nesse relato breve
E depois de colocá-la na boca
Termino de descrever a neve

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